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Se a fotografia foi – e ainda é – um espaço historicamente excludente, o 1º Festival Carioca de Fotografia Analógica quer seguir na direção contrária. Mulheres ocupam postos-chave na criação e na produção do evento – a começar pela idealizadora do Coletivo Analógico de Janeiro e coordenadora do festival, Thaís Monteiro. Carioca do Méier, ela fotografa profissionalmente desde 2015, mas seu primeiro contato com fotografia analógica foi em 2012, num workshop promovido pela Lomography. Com exposição individual no currículo, Thaís tem como foco o registro de espetáculos, principalmente shows e peças de teatro.
A exposição de fotos do coletivo – que ficará no foyer da Cinemateca do MAM RJ durante os dois dias de festival – tem a curadoria da escritora e crítica de arte Daniela Name. Doutora em Comunicação e Cultura pela UFRJ, Daniela é curadora-geral da Caju, plataforma que mantém a Revista Caju, de críticas e ensaios de arte e cultura.
Quem assina a identidade visual do festival é a designer Paula Cruz, formada pela Escola de Belas Artes da UFRJ e mestra em Design pela PUC-Rio, onde desenvolveu pesquisa sobre publicações híbridas e novas formas de leitura. Paula é criadora do Modernismo Funkeiro, projeto que une a irreverência do funk com a sobriedade do design modernista numa série de cartazes tipográficos.
O festival ainda terá uma mesa inteira formada por mulheres – Kitty Paranaguá, Tatiana Altberg, Ivana Bentes, Jessica Batan debaterão o processo analógico no mundo de digital, com mediação de Daniela Name, no dia 04/12, a partir das 16h30.
Redação

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